quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Anne Rice no Rio: Parte 2 - A Missão

Ao som de 'Love Her Madly', cantada por Jim Morrison da banda The Doors, que começo esse segundo post sobre a minha saga para ver Anne Rice.

Se estar com a senha para pegar o autógrafo já tinha sido uma aventura, eu pensei: "Porque não conseguir para a palestra também? Pacote completo!"

Só que para isso, antes de mais nada, precisavamos convencer o pessoal da Rocco a distribuir as senhas antes da hora indicada. Afinal era 10 horas da amanhã e pelo programa as senhas só seria distribuídas a partir das 15 horas.

Sair da fila, que estava dando volta no stand da Rocco, ninguém ia e depois de quase 1 hora a ficha do pessoal da editora caiu. Tinha tarde de autógrafos com a Thalita Rebouças, às 14 horas, e os fãs da autora brasileira infanto-juvenil começavam a chegar e formar uma outra fila... Santa seja Thalita Rebouças! Graças a ela que o pessoal da Rocco, poupou a todos de ficar até às 15 horas, esperando na fila.

Assim pudemos curtir a Bienal. (Mantendo distância da área onde o padre e as beastas estavam, é claro. Só por garantia.) Só que agora a missão era conseguir 1 senha, para o auditória, com pouco mais de 300 lugares. Uma chance bem maior, para quem brigou pelas 150 dos autógrafos.

Só que o pessoal do auditório não pareceu disposto a colaborar, como os da Rocco, e não tínhamos uma Santa Rebouças para nos auxiliar nesse caso. "Só 1 hora antes da palestra que as senhas serão distribuídas." Eram o que diziam. Ou seja, só a partir das 17 horas. E não queria que fizessem fila.

Ok, ficamos circulando pela feira e volta e meia, passávamos por lá. No entanto, tinha gente chegando, inclusive de São Paulo, só para a palestra e esses não queria saber. Alguns se jogaram num cantinho próximos... Turminha a carater, com o pretinho básico, não foi difícil saber o que esperavam. Então não demorou para quem chegou a tarde, fazer uma fila extra-oficial, ignorando o pessoal que organizava as filas para o auditório. Claro que eu não pensei duas vezes e junto com amigos de São Paulo, entre eles Giulia Moon, lá fomos nós para a fila. Acabou que o pessoal que distribuía as senhas para o auditório, desistiram e liberaram as senhas antes da hora prevista, por que ninguém ia sair da fila até consegui-las.

O mais engraçado, para não dizer trágico, foi que as duas amigas que queriam ver a palestra e eram do Rio, uma quase não consegui, pegando uma das últimas senhas, ficando lá atrás no auditório (eram cadeiras numeradas) e a outra, que não seguiu me conselho de ir cedo, mesmo só querendo ver a palestra, acabou pegando engarrafamento e só viu o cabelo da Anne Rice, ao passar em meio a multidão de fãs.

Já eu e Giulia Moon (também autora de histórias de vampiros e sobrenaturais), estávamos felizes da vida, com nossas senhas. Giulia Moon me confesso que se não fosse a Anne Rice, talvez nunca tivesse começado a escreve sobre vampiros e também disse que quer ser igual a Anne Rice quando crescer, pois Anne Rice é um lady. Maravilhosa! (Concordo totalmente!)

Lady Rice é apaixonante!

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